Perguntas freqüentes

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Perguntas freqüentes 2017-06-26T20:32:45+00:00

O que há de especial na cavalgada?

Esta expedição a cavalo nos permite ingressar a um dos lugares mais belos e inóspitos da Cordilheira dos Andes, cenário onde caiu o avião que em 1972 levava a equipe de rugby uruguaia ao Chile. A cavalgada possibilita a muitas pessoas que não podem fazer o trajeto caminhando chegar a este simbólico lugar e emocionar-se diante da imensidade da paisagem. O Vale das Lágrimas é o que tecnicamente se denomina circo glaciar: um vasto vale com forma de anfiteatro rodeado por picos nevados de rocha negra e marrom, com um glaciar no centro, lugar onde está o Fairchild depois do choque.
A cavalgada é em si uma atividade onde cada participante se sente parte ativa do programa, se relaciona com pessoas de diferentes culturas, descobre paisagens deslumbrantes e vivencia a
magia do vínculo entre o cavalo e seu cavaleiro.

É necessário saber andar a cavalo? Qual o nível de experiência preciso?

Não é um requisito excludente já que esta cavalgada pode ser feita por pessoas com pouca ou nenhuma experiência. A experiência é um valor agregado, mas não um requisito. O importante é não ter medo dos animais. Trabalhamos com cavalos mansos e conhecedores das trilhas de montanha.
Além disso, nossos guias e vaqueiros estarão à disposição a todo o momento para o desfrute de cada dia de atividade seja pleno.

Há alguma limitação física?

Não é um requisito excludente já que esta cavalgada pode ser feita por pessoas com pouca ou nenhuma experiência. A experiência é um valor agregado, mas não um requisito. O importante é não ter medo dos animais. Trabalhamos com cavalos mansos e conhecedores das trilhas de montanha.
Além disso, nossos guias e vaqueiros estarão à disposição a todo o momento para o desfrute de cada dia de atividade seja pleno.

Posso regressar antes que termine a cavalgada?

Não. Deve-se estar plenamente seguro ao partir, pois logisticamente uma desistência resulta uma complicação que desarmaria o grupo e prejudicaria todos os integrantes por exigir que se guias, vaqueiros, comidas, etc., separados para o desistente.

Qual é a idade mínima e máxima para participar da cavalgada?

As cavalgadas não apresentam uma grande dificuldade física nem técnica assim que qualquer pessoa pode fazê-la. Ainda assim, é necessário ter um bom estado físico. Já viajaram com nós pessoas desde 16 até os 70 anos. Aconselha-se que sejam maiores de 12 anos e acompanhados por seus pais. Menores a esta idade, consultar.

São quantas horas de cavalgada por dia?

Todos os dias variam, mas no geral se cavalga aproximadamente entre 4 e 7 horas. Nunca são seguidas porque há muitas paradas de descanso, para comer, para ajeitar as celas, ajustar as cargas que são utilizadas e esticar as pernas. Avançamos a um ritmo tranqüilo, “ao passo” devido às características do terreno montanhoso e para que o grupo avance junto, permitindo assim desfrutar das conversas, da paisagem e tirar fotos.

Como posso me preparar?

Muitos pensam que para cavalgar não faz falta uma boa condição física. Na verdade, podemos dizer que não é necessário um estado físico tão bom como para realizar um trekking ou uma expedição a pé, mas é inegável que uma condição física saudável nos permitirá estarmos mais cômodos sobre o cavalo e desfrutar das atividades plenamente. Uma combinação de exercícios aeróbicos e de força é apropriada , alcançando um melhor rendimento cardiopulmonar e resistência, sempre acompanhado de uma alimentação sadia, equilibrada e com boa hidratação.

Posso ir sozinho?

Com certeza. Não faz falta ter um grupo já que teremos saídas programadas com datas fixas nas quais formamos os grupos. É uma ótima oportunidade para fazer novos amigos já que a vida na montanha aproxima muito os participantes do grupo em muito pouco tempo. Nossos grupos se constituem geralmente de pessoas cujas idades variam entre os 16 e os 60 anos, de diversas profissões e nacionalidades, unidas por um espírito aventureiro e um profundo respeito pela história do lugar. Os participantes, em sua maioria, leram sobre o tema, viram documentários, e talvez conheçam algum sobrevivente.

Como estará o clima?

Em nossa cordilheira, como todas as grandes montanhas, o clima é difícil de prever. Devemos estar preparados para uma ampla gama de temperaturas e condições climáticas; noites frias e dias frescos, vento, neve e uma maior influencia das radiações solares.

O que devo levar de equipamento pessoal?

A roupa deve ser confortável e permitir liberdade de movimentos, dando preferência sempre aos tecidos sintéticos aos de lã ou algodão (polartec). Deve-se levar calçados que já foram usados outras vezes a fim de evitar surpresas como bolhas, ou dores nos pés. Qualquer dúvida com relação ao equipamento pode entrar em contato através do email ou telefone, mas de qualquer maneira, ainda restando dúvidas, ao viajar traga o que considere ótimo e junto com o guia, no Hotel San Rafael, checaremos e definiremos o mais adequado para a cavalgada, e o restante pode ser deixado no hotel e retirado na volta. Os melhores sacos de dormir são preferencialmente os preenchidos com duvet( edredom), por sua eficácia no isolamento térmico, baixo peso e pouco volume ao ser comprimido. No geral devem ser recomendados para temperatura de no mínimo até -10 C.

Quais são as medidas de segurança adotadas?

Nossos cavalos são absolutamente mansos e adaptados às montanhas. Os circuitos são bem conhecidos pelos guias e vaqueiros. Diante de um imprevisto, conhecemos as rotas de saída e há kit’s de primeiros socorros para providenciar um auxilio inicial. Temos à disposição um telefone satélite para comunicarmos em caso de alguma emergência.
Também consideramos importante manter uma dinâmica fluida do grupo, assim como a colaboração e cooperação entre os companheiros, que devem estar atentos a todo o momento às indicações dos guias e vaqueiros

Qual facilidade terá durante a cavalgada?

Esta cavalgada se realiza em uma paisagem remota em pleno coração da Cordilheira dos Andes. Durante a temporada teremos armado de maneira permanente um acampamento base em Barroso que conta com iluminação solar, todos os instrumentos de cozinha, kit de primeiros socorros e telefone satélite para emergências.
As noites serão ao redor do fogo enquanto se prepara o jantar e compartilhamos um mate.Dormimos em barracas tipo iglu para duas ou três pessoas e quem preferir pode dormir ao ar livre usando o pelo da montaria com um colchão por dentro do saco de dormir isolante e assim admirar o céu durante a noite.

O que teremos nas refeições?

A comida é caseira e muito variada. Prepara-se utilizando os alimentos que levamos nas mulas cargueiras. Está tudo organizado a fim de que cada comida chegue conservada. O pão se prepara com mais gordura que o normal para facilitar sua conservação. Nos cafés da manhã servimos mate, leite, café, chá, biscoito doce, geléias e pão caseiro. Para almoçar preparamos comidas ligeiras frias como bolos e tortas, tábuas de frios, sanduíches, frutas e sucos. Os jantares são a refeição mais importante do dia, sempre um prato quente que pode ser sopa, um cozido, pasta, risotos ou carne assada. Acompanhados por vinhos e sucos. A água que tomamos é de poço e muito saudável. Em caso de ser vegetariano,celíaco ou ter alguma restrição alimentar não há nenhum problema, apenas devemos ser informados na planilha de inscrição.

Qual documento deve levar?

– Cédula de identidade com prazo máximo de 10 anos de emissão e em bom estado, DNI ou Passaporte válido se é estrangeiro
– Em caso de menor de idade que está viajando sem os pais: autorização registrada em cartório ou juizado ( consultar as leis do Brasil para viagem internacional de menor desacompanhado) .

Os preços indicados podem variar?

Esforçamo-nos para manter os preços indicados, mas, ocasionalmente, podem variar. Por isso, recomendamos consultar os preços vigentes ao momento de efetuar a reserva. Uma vez confirmada a compra se respeita a tarifa.

Devo levar dinheiro extra?

O programa de Cavalgada Homenagem ao Avião dos Uruguaios está programado de maneira que todos os gastos estejam incluídos, mas recomendamos levar algo de dinheiro para pequenos gastos pessoal como cigarros, guloseimas, bebidas no hotel ou em trânsito, e gorjetas. Não há nenhuma obrigação de dar gorjeta aos guias e vaqueiros, mas elas são sempre bem recebidas.